Após o acidente, precisei ficar muito tempo parada. Parada mesmo, sem fazer nada, imobilizada. Os amigos queridos estiveram presentes e me trouxeram muitas comidinhas deliciosas para adoçar meus dias. 22 dias depois do ocorrido, saí de casa a pé pela primeira vez. Andei pouco mais de 1 km ao longo de 30 minutos até a clínica onde eu faria fisioterapia.
Durante o trajeto, senti três tristes consequências:
1) como eu estava com um vestido tomara que caia (era a única vestimenta que passava pelo meu braço imóvel), minhas pernas ficaram bem "assadas" por terem roçado uma na outra.
2) minhas pernas formigavam e coçavam sem parar. Eu só tinha sentido isso antes quando ousei correr em um passado longínquo.
3) eu estava sem fôlego, com a respiração ofegante
Apesar do incômodo, continuei a comilança até como uma forma de "compensar" tudo o que eu estava sentindo. Então, vieram as festas de fim de ano...
No dia seguinte, subi na balança, assim que acordei (faz parte do "ritual", me pesar antes de ingerir qualquer coisa): 92,3 Kg, ou seja, uns 7 Kg a mais em 2 meses! Eu preciso tomar uma atitude já.

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